Baladas de chuva

Há músicas assim. Entram de repente no nosso espaço e ficam a latejar no subconsciente impedindo a entrada de qualquer outro ritmo. A única solução é ouvir repetidamente a maldita melodia enquanto memorizamos mesmo que involuntariamente a letra. E aqui se por alguma razão ela nos toca, já sabemos que o número de replays será directamente proporcional. Como uma lei estatística pura. Seja country, folk, heavy-meta, blues, fado, morna ou tarantela.

Foi assim que surgiu o senhor que segue. Repentinamente num destes dias de chuva que tardam em passar. Estilo «redneck», piroso ou que quiserem. Se esquecerem os estereótipos vão ver que é muito bom, mesmo. A repetir por aqui.

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Autor: Filipe Antolin

Curiosamente à procura de outros pontos.

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