Será que dá Medina no Hawaii

Será que o menino chorão trás o primeiro título mundial de surf para o Brasil? Será Medina a próxima foquinha brasileira? Que o miúdo é bom ninguém duvida. tem muito de Ayrton naquela sua maneira de ganhar. E está a anos luz de outros contenders verde e amarelos. Resta saber se tem estrutura mental para ser campeão do Mundo aos 20 anos igualando um feito do Deus Kelly. Pipeline mais uma vez à beira de ver escrito um capítulo de ouro na história do surf profissional.

Este excelente  artigo da Época traduz bem a razão de toda a atenção em redor do do fenómeno Medina. Milhões de razões para isso, na verdade.

Mednay “Nunca vi tanta gente interessada em surfe. É assustador”. Um assessor de imprensa de uma marca de surfe corria, gritava, pulava. Valia de tudo para tentar organizar um batalhão de jornalistas atrás de um mísero minuto com Gabriel Medina. Era uma manhã do final de outubro e o surfista havia acabado de desembarcar no Brasil para um período de descanso e treino em Maresias (SP), onde mora. Ele vinha de uma derrota em Peniche, etapa do WCT (World Championship Tour, principal categoria do surfe), realizada em Portugal. Poderia ter sido campeão mundial ali, mas saiu da água antes do término da última bateria e a decisão ficou mesmo para as fortes ondas de Pipeline, no Havaí.

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Much Better Now

Brilhante curta animada esta. Sobretudo um ensinamento : a vida é o que fazemos dela. Quando queremos. O surf não liberta, mas é um caminho para a descoberta. Os trilhos da vida são simples  como as ondas. E bem menos complicados do que parecem por vezes. Keep it simple. Keep it pure. Ride the wave, ride live in every detail.

Much Better Now from Salon Alpin on Vimeo.

I surf because…

Porque é que alguém no seu juízo perfeito consegue estar às nove horas da manhã dentro de água, num dia de inverno puro? Não faço ideia, porque ainda por cima a maior parte das vezes é como entrar numa máquina de lavar, tal a «porrada» que se leva, entre correntes continuas e espuma branca…muita espuma branca. Contudo há aquele breve momento mágico, no qual deslizamos por uns breves segundos acima da superficie da água. Segundos em que o tempo estranhamente pára e nos quais ficamos quase que totalmente suspensos de nós mesmos… apenas a disfrutar aquele deslizar…aquele instante. E depois fica esse sorriso de orelha a orelha que compensa todo e qualquer sacrificio que se tenha feito porque se tivemos esse breve prazer… o dia foi…um bom dia!